Técnicos do Ibama que vistoriaram ontem (1) a praia do Atalaia, onde manchas esparsas de óleo apareceram na areia na manhã de segunda-feira (30), descartaram a possibilidade de um vazamento significativo de combustível na costa do Pará. Os danos ambientais provocados na flora e fauna local, segundo o instituto, foram mínimos em razão do pequeno volume do produto derramado. Não houve necessidade de interdição da praia, uma das mais famosas do nordeste paraense.
Os analistas da instituto estiveram na área e detectaram manchas descontínuas de óleo na areia, ao longo de cerca de dois quilômetros de extensão, vindas do Oceano Atlântico. Não foi observado sinais de óleo no mar. Segundo o Ibama, se houvesse um derramamento significativo uma mancha teria se formado e o óleo ainda estaria visível sobre a água nas proximidades de Salinas.
A hipótese mais provável é que um navio de médio ou grande porte tenha liberado a água de lastro, com resíduos de óleo, perto da costa, o que é proibido por normas brasileiras e pela Convenção Internacional para Controle e Gerenciamento da Água de Lastro e Sedimentos de Navios. O lastro só pode ser lançado em águas internacionais, a um distância superior a 200 milhas da costa.
A origem do óleo, no entanto, só poderá ser determinada após análise das amostras coletadas pelo Ibama. Elas serão enviadas à Marinha do Brasil, com solicitação para que sejam analisadas no Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), no Rio de Janeiro.
"Com essa análise será possível identificar o DNA do óleo, e assim vamos tentar rastrear o navio que liberou a água de lastro nas águas brasileiras e responsabilizá-lo", explica o chefe da Divisão de Fiscalização do Ibama no Pará, Paulo Maués. Se a embarcação for identificada, a multa pode chegar a R$ 50 milhões.
De acordo com a Coordenação Geral de Emergências Ambientais do Ibama, que apoiou e supervisionou as vistorias na praia do Atalaia, não há registros de acidentes e vazamentos de petróleo na costa do Pará. (Ascom/Ibama)
Os analistas da instituto estiveram na área e detectaram manchas descontínuas de óleo na areia, ao longo de cerca de dois quilômetros de extensão, vindas do Oceano Atlântico. Não foi observado sinais de óleo no mar. Segundo o Ibama, se houvesse um derramamento significativo uma mancha teria se formado e o óleo ainda estaria visível sobre a água nas proximidades de Salinas.
A hipótese mais provável é que um navio de médio ou grande porte tenha liberado a água de lastro, com resíduos de óleo, perto da costa, o que é proibido por normas brasileiras e pela Convenção Internacional para Controle e Gerenciamento da Água de Lastro e Sedimentos de Navios. O lastro só pode ser lançado em águas internacionais, a um distância superior a 200 milhas da costa.
A origem do óleo, no entanto, só poderá ser determinada após análise das amostras coletadas pelo Ibama. Elas serão enviadas à Marinha do Brasil, com solicitação para que sejam analisadas no Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), no Rio de Janeiro.
"Com essa análise será possível identificar o DNA do óleo, e assim vamos tentar rastrear o navio que liberou a água de lastro nas águas brasileiras e responsabilizá-lo", explica o chefe da Divisão de Fiscalização do Ibama no Pará, Paulo Maués. Se a embarcação for identificada, a multa pode chegar a R$ 50 milhões.
De acordo com a Coordenação Geral de Emergências Ambientais do Ibama, que apoiou e supervisionou as vistorias na praia do Atalaia, não há registros de acidentes e vazamentos de petróleo na costa do Pará. (Ascom/Ibama)
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