O ano de 2011 foi um ano difícil na Assembleia Legislativa, por um lado, mas também foi extraordinário por outro.
Começamos a 17ª legislatura, em fevereiro, com grandes dificuldades, com denúncias alastrando-se na imprensa, com o Legislativo interpelado de todas as formas a prestar contas de atos de suas administrações passadas.
Desde o princípio, adotamos a postura de colaborar com as investigações das irregularidades e preservamos, antes de mais nada, o Poder Legislativo, evitando seu enfraquecimento político e institucional.
Além de abrir caminho para as investigações, também decidimos promover um choque de gestão na Alepa, reorientando todas as ações da administração deste Poder no sentido da legalidade e da transparência.
Decretamos medidas importantes, dentre elas o recadastramento geral de todos os servidores, a adoção dos pregões como modalidade licitatória, um rigoroso controle de despesas e a reativação do controle interno do Legislativo.
Foi a decisão correta. E os primeiros resultados positivos logo começaram a aparecer. Um deles, a percepção, para toda a sociedade, incluindo a imprensa, de que a nossa gestão tem compromisso sério com a correta utilização dos recursos públicos.
No que diz respeito à atividade parlamentar, tivemos um ano excepcional. Raríssimas vezes houve falta de quorum nas sessões ordinárias em plenário, projetos importantes foram votados em tempo recorde, audiências públicas e sessões extraordinárias puseram em discussão temas relevantes para o nosso Estado.
Por tudo isso, eu tenho orgulho de presidir o Legislativo do Pará neste momento. Isto é, para mim, um privilégio como homem público.
Esta publicação traz um balanço das atividades desse ano histórico, um resumo das atividades da Assembleia Legislativa do Estado do Pará em 2011. Um resumo dividido em duas partes – Gestão e Atividade Parlamentar –, relevante, é certo, por ser mais um instrumento de prestação de contas do Poder Legislativo Legislativo para toda a sociedade paraense.
Nenhum comentário:
Postar um comentário